O país a arder...
O país a arder… A facilidade em escrever sobre uma governação socialista – onde quer que seja – traduz-se, habitualmente, numa dualidade que nos permite escrever, em simultâneo, de forma literal e metafórica, sem necessidade de que tomemos notas, porque a repetição de eventos é tal e tão sucessiva que a sua assimilação é estimulada quase diariamente. Senão vejamos: Cinco anos passaram sobre os devastadores incêndios de Pedrógão Grande. O Presidente da República chorava; o Primeiro-Ministro dava garantias de que não voltaria a acontecer; a extrema-esquerda, de forma aquiescente e com responsabilidades, ajudava ao coro. Hoje, sem que alguma aprendizagem se tivesse retirado de tão avassaladora tragédia, o país volta a arder, vidas continuam a ser destruídas. Os que gerem os nossos destinos, esses, são os mesmos de há 5 anos, com a idiossincrasia de uma extrema-esquerda que, agora (e sabemos bem porquê), critica o mesmo governo com quem colaborou em geringonça, de quem permitiu tudo a...