Por questão de respeito, memória e decência.
Nos dias que correm, vêmo-nos rodeados de hostilidades que parecem escalar a cada dia que passa. De pouco em pouco tempo, lá somos notificados de mais um conflito, seja onde for, que põe em causa os valores da democracia, da liberdade, da soberania...e, tantas vezes, da dignidade humana. Mesmo sabendo que estes conflitos não são novidade ou não presumindo a sua escassez - e basta, para isso, conhecer superficialmente a História do séc. XX! -, o próprio incremento na facilidade de transmissão da informação (verdadeira ou falsa) a que temos assistido nas últimas décadas, por meio da internet e redes sociais, por exemplo, deixa-nos mais sensibilizados e compadecidos com o sofrimento de povos assolados pela guerra, ainda que geograficamente longínquos. Sentimos por eles; rezamos por eles; queremos estar informados e atualizados ao minuto; cremos e temos fé de que, com brevidade, alcançarão a paz. E, para citar dois dos mais recentes exemplos, entre tantos, basta que refiramos os conflitos ...