A pseudo-homenagem
A pseudo-homenagem “Força, força companheiro Vasco, nós seremos a muralha de aço… o povo acelera e faz do dia a dia oc aminho da revolução… não desarma e diz estamos fartos, não queremos os capitalistas… não alinha mais com a preguiça dos senhores agrários…”, cantavam eles ao tempo, ao jeito de Terceira Internacional, ema poio a Vasco Gonçalves. Vivia-se o Período Revolucionário em Curso (PREC) e Vasco Gonçalves, então Primeiro-Ministro nomeado, no mais puro exercício de aplicação de modelo soviético e antidemocrático, assolava um país, representando a atitude revolucionária que queria prevalecer sobre a legitimidade democrática. Apoiando-se em Otelo Saraiva de Carvalho, na COPCON e na vanguarda do Partido Comunista e da esquerda extrema, política e militar, nacionalizaram bancos, seguradoras e empresas, saneando administradores e fazendo com que Portugal se deparasse com uma quebra histórica do PIB; deram início à reforma agrária, que mais não foi do que a ocupação e roubo de terras a...