Mais fácil será perceber que o CDS os combaterá. Em Famalicão e em Portugal.

  

Ao longo da História, e basta que a conheçamos superficialmente para o sabermos, fomos sendo presenteados com instituições, entidades ou correntes de pensamento que, independentemente da dimensão ou adesão, acabaram por se tornar movimentos fulcrais e perenes na modelação da sociedade, da sua conduta e teoria comportamental. Os exemplos são bastantes.

Em Portugal, e no que ao CDS respeita enquanto movimento e partido político, este foi sempre muito mais do que uma moda ou uma tendência temporal. Ainda que ideologicamente dele se discorde, é incontestável que se trata de um partido que participou ativamente na fundação da democracia. E assim, mesmo sem representatividade atual no panorama e Órgãos de soberania nacionais, por culpa própria e das circunstâncias, o partido procura reerguer-se e voltar a ocupar um espaço ideológico que bem representa e em que se revê – e à sociedade. Trata-se de um partido com quadros de excelência, com ideais convictos, com uma liderança firme e determinada. Mais ainda, com militantes e simpatizantes motivados. Trata-se de um partido com passado, com presente, mas sobretudo, com futuro.

Claro que assim não pensam os profetas da desgraça. Esses não evitam, no cerne de qualquer discussão política (ou de outra qualquer índole), a tentação da argumentação fácil e desvalida de atirar que “o CDS já não existe”, expressando mais um desejo do que uma certeza. Pois, para esses, temos más notícias.

O tal “CDS que já não existe” faz, fora da Assembleia da República, a oposição mais credível a um Governo socialista incompetente, que afunda e empobrece o país e se recusa a constatá-lo. Esse CDS, o tal “que já não existe”, apresenta propostas concretas, válidas e, sobretudo, necessárias, em tempos de economia de guerra, de finanças desnorteadas e impostos colossais, de necessidades extremas das famílias, de caos na saúde, de uma educação sem regras e de uma organização administrativa miserável, entre tanto mais! Tudo o que já acontece num país que ainda há pouco tempo sofreu a intervenção da Troika e que foi posto em ordem também pelo CDS!

O tal “CDS que já não existe” pugna, nas instituições europeias, pelos direitos que o Governo socialista não consagra aos cidadãos que representa e que desconsidera, num óbvio exercício de “quero, posso e mando”; é o CDS que pugna, nas mesmas instituições, pela lisura e transparência das medidas aplicadas por um Governo socialista que não se coíbe de atribuir fundos europeus a familiares dos seus ministros!

E se nos quisermos reportar a VN Famalicão, o tal “CDS que já não existe”, foi o primeiro partido a reunir com a administração do Centro Hospitalar do Médio Ave, no momento em que foi conhecida a notícia de uma eventual intenção de encerramento daquela maternidade; O tal “CDS que já não existe” é, na Câmara Municipal e em coligação, exemplo e porta-voz em matéria de ambiente, com políticas consagradas e reconhecidas aquém e além fronteiras; o tal “CDS que já não existe” é um entrave ao regresso do socialismo do passado, que pretende impor-se no presente, mas de quem (e de que) os Famalicenses ainda não se esqueceram, nem esquecerão tão cedo!

Entre tanto mais, o tal “CDS que já não existe” deu irrefutável prova de vida no passado fim de semana, juntando mais de 500 militantes e simpatizantes na tomada de posse da Comissão Política Concelhia, Distrital e da Juventude Popular. Ao  Hélder Pereira, ao Ricardo Mendes, à Carolina Louro e, sobretudo, ao Nuno Melo, na representação dos tantos militantes e simpatizantes, a quem, pelos créditos firmados, reconheço a maior competência na defesa dos interesses dos Famalicenses e dos Portugueses, desejo força. A força para diariamente lutarem pelos seus/nossos ideais, sendo que o farei ao vosso lado!  

Facilmente se entende porque é que alguns gostariam que o CDS já não existisse; mais fácil será, no entanto, perceber, que o CDS os combaterá. Em Famalicão e em Portugal.

 

Manuel João Fernandes de Nascimento

Deputado Municipal pelo CDS-PP,

 

Vila Nova de Famalicão, 10 de outubro de 2022.

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